domingo, 27 de maio de 2012

Seu protetor solar é seguro? Apenas 25% deles são, segundo pesquisa

Na hora de ir para a praia, o melhor amigo do homem é o protetor solar. Mas será que o seu é, de fato, seguro?
O grupo não governamental EWG (na sigla em inglês) testou 800 filtros solares e chegou à conclusão que apenas 25% são eficazes em proteger a sua pele dos raios ultravioletas, e são feitos sem ingredientes tóxicos.
Para entrar na lista dos bem quistos, os protetores devem ser livres de oxibenzona – sunstância que filtra os raios do sol, mas que pode ser cancerígena –, retinil palmitato – ativo derivado do ácido retinóico, que combina proteção UVB com antioxidante, mas que é alergênico –, não ter fator de proteção solar (FPS) acima de 50 e proteger contra raios UVA e UVB.
A maioria dos dermatologistas ouvidos por mídias norte-americanas concorda com as recomendações do grupo EWG, mas esse índice alarmante não se restringe aos Estados Unidos.
No Brasil, metade dos dez protetores solares mais vendidos não é eficaz, segundo pesquisa realizada pelo Pro Teste, da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.
Só dois dos dez protetores avaliados realmente protegem contra raios solares, e somente três – L’Oréal Solar Expertise, Cenoura & Bronze e o Hélioblock da La Roche-Posay – não possuem em sua composição o benzophenone-3, uma substância cancerígena proibida em vários outros países.
Por isso, atenção nas suas escolhas. Da próxima vez que for pegar um filtro solar da prateleira da farmácia ou do supermercado, cheque os detalhes importantes que fazem toda a diferença.
Fonte: Hypescience.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Ansiedade, fobia ou pânico

Ainda que as sensações provocadas por esse trio da tensão sejam muito parecidas, os circuitos nervosos nos 3 casos não são os mesmos. O que todas têm em comum é a capacidade de ativar nosso sistema de defesa.

Otimistas encaram melhor os desafios
Ao longo do século 20, a ciência sofisticou o conceito e descobriu que os benefícios variam com a personalidade de cada um. Os mais otimistas, por exemplo, tendem a encarar a ansiedade como um desafio e melhoram sua performance. Com os pessimistas, ocorre o contrário: pioram seu desempenho sob algum nível de estresse, mostrando que o padrão do U invertido não vale para todos.
“Algumas pessoas necessitam de um nível alto de excitação para alcançar uma performance satisfatória, enquanto outras atingem seus objetivos com o mínimo. Quem opta por atividades de alto risco, como dirigir carros de corrida ou pilotar aviões de caça, busca um nível de excitação muito mais alto do que o normal e funcionam melhor nesse patamar”, diz Emeran A. Mayer, diretor do Centro de Neurobiologia do Estresse da Universidade da Califórnia, nos EUA.
Em 2010, um estudo do laboratório de Genética Comportamental da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, comprovou a teoria do U e reforçou a noção de que a personalidade tem papel importante na definição de quem se beneficia de doses moderadas de tensão. Cientistas colocaram ratos em um labirinto aquático. Caso encontrassem uma vez a saída, os roedores teriam de ser capazes de identificá-la novamente e, dependendo do tempo na busca, ficavam perturbados. Os animais nadaram em 3 temperaturas: 16 °C, 19 °C e 25 °C. Quanto maior o frio, maior o desconforto dos animais, que passam a explorar o tanque em estado de ansiedade ou estresse. Depois do desafio, era medido o nível de corticosterona (o hormônio do estresse nos animais, equivalente ao cortisol nos humanos). O resultado confirmou a expectativa: os roedores com a melhor performance foram os da piscina com a temperatura intermediária, o que comprovava a constatação da dupla face da ansiedade. Se o estado de tensão apenas prejudicasse, os ratos teriam se saído melhor na mais confortável. O estudo revelou que havia uma sensível diferença na forma como as funções cognitivas eram afetadas pelo hormônio. Os ratos que ficaram procurando a saída enlouquecidamente iam bem até o momento que o excesso de tensão fazia o desempenho decair, e o padrão era recorrente a cada nova sessão. Nos outros, o desempenho apresentava formas diferentes que fugiam do U invertido. Ou seja, o padrão da excitação ideal existe, mas o gráfico podia ter o formato de um V invertido, com queda rápida de desempenho, ou de uma pequena colina, indicando que o nível ideal pode ser mais baixo dependendo da cobaia.
Corpo em alerta
O circuito da ansiedade normal e da patológica é o mesmo. O que o diferencia da simples tensão da doença é a frequência e a intensidade, que é o que determina a descarga dos hormônios do estresse.

Teste seu nível de ansiedade
Fonte: Galileu.

Delete Freud de sua vida

Durante o século 20, terapeutas de várias linhas, em especial psicanalistas, acreditaram que relembrar eventos traumáticos é fundamental para a cura. Seria necessário experimentar mentalmente os fantasmas de nosso passado a fim de diminuir seu impacto emocional. Essa crença começou a desaparecer nos anos 90. À medida que a neurociência evoluiu, graças às tecnologias de visualização do cérebro, passou-se a identificar os centros físicos da memória e a projetar um futuro em que será possível apagar lembranças desagradáveis. Isso será mais eficiente do que qualquer terapia.
A personalidade costuma ser definida como o resultado da formação familiar, da experiência pessoal e das escolhas feitas ao longo da vida. O caráter era formado pelas respostas aos estímulos do cotidiano e alterado por momentos de extrema dor ou choque. Ou seja: era resultado direto da nossa memória. Um acontecimento traumático muito marcante poderia mudar toda uma vida, a não ser que seu impacto fosse minimizado — aí, ele continuaria lá, como uma ruga ou uma cicatriz, mas estaria mais ou menos superado. É assim que as pessoas imaginam sua história.
Para os neurocientistas, o problema com lembranças ruins é que despertam reações químicas que atrapalham o funcionamento do cérebro. Mas há como reverter isso. Os pesquisadores argumentam que esse órgão não é uma parede, construída tijolo por tijolo, mas sim um tapete persa, constituído por fios entremeados. A carga genética, as experiências pessoais, a formação familiar, tudo se soma para formar o que somos. Mas a base, o fio do tapete, é uma rede de neurônios, que responde a reações químicas. A memória está localizada em partes específicas desta rede. Se alguma lembrança atrapalha o todo, bastaria resgatar o equilíbrio químico original.
Uma das soluções para isso se baseia em medicamentos. Soldados americanos que voltaram do Iraque com experiências traumáticas foram submetidos a tratamento com propranolol, um químico geralmente usado para prevenir infarto do miocárdio e, que neste caso, serviu para apagar a memória recente. A substância, que só tem esse efeito se ministrado pouco tempo depois do trauma, também teve bons resultados em uma experiência liderada pelo médico Roger Pitman, da Universidade Harvard, com vítimas de acidentes traumáticos.
O próximo passo, por enquanto sonhado mas não testado, vai ser a cirurgia para remover memórias específicas — tal como no filme Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças (2004). A rede de neurônios é um fio entremeado, mas a memória tem endereço certo: o córtex pré-frontal infralímbico. É ali que médicos pretendem mexer, assim que conseguirem selecionar as conexões das más lembranças. Quando este momento chegar, poderemos tratar dos traumas com uma simples cirurgia, e não com anos e anos de terapia.
Fonte: Galileu.

Quando a ansiedade é sua amiga

Todo mundo é ansioso, não adianta querer escapar. Inimigo quando toma conta do corpo e da mente, o sentimento de alerta diante dos desafios também pode ser um aliado. Descubra como identificar a ansiedade em excesso e vire o jogo ao seu favor.
Uma espécie de alarme natural contra as ameaças externas, a ansiedade cumpriu a função de proteger nossos ancestrais ao longo da evolução. Aqueles que não sentiam um frio na barriga antes de situações perigosas provavelmente foram vítimas da própria imprudência — mortos por terem calculado mal os riscos diante de predadores. Quem sobreviveu certamente sentia as mãos suadas, o frio na barriga e a excitação (principais sintomas da ansiedade) diante do desafio, e perpetuaram a espécie.
Apesar das evidências dos benefícios evolutivos de um nível de ansiedade moderado, o assunto causa certa confusão — ela é boa ou ruim? Afinal de contas, os transtornos de ansiedade são uma espécie de epidemia social. Estima-se que de 3% a 5% das pessoas sofram de algum distúrbio ligado à ansiedade, como o transtorno obsessivo-compulsivo, fobias e síndrome do pânico. Os números variam de um país para outro, mas não é exagero dizer que a ansiedade está na origem do grupo mais comum de doenças mentais no mundo.
Um estudo publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria que mapeou a prevalência de doenças na população brasileira constatou que entre 8% e 18% tinha transtornos de ansiedade na década de 1990, colocando esse tipo de distúrbio na liderança das doenças mentais no Brasil. Com tantos números que comprovam os prejuízos da ansiedade, é fácil entender por que a encaramos mais como inimiga do que aliada. Mas, embora os sintomas da ansiedade apareçam diariamente para todo mundo, também é verdade que para a maioria da população isso não chega a virar um distúrbio. Ou seja, por que só parte da população desenvolve uma doença enquanto um grande grupo convive em harmonia com esse estado de atenção? Porque a ansiedade, o medo e o estado de alerta existem para nos preparar e proteger.
DESAFIOS PESSOAIS
Às vésperas do casamento, do nascimento de um filho ou durante a doença de alguém querido, dividir a angústia e se distrair são boas estratégias para evitar que a nossa mente fique repassando as previsões pessimistas em looping. “Quando a pessoa sentir que não tem controle sobre o seu nível de ansiedade é porque ela pode disparar, deixando a pessoa muito assustada”, alerta Ana Maria Rossi, presidente da Isma (International Stress Management Association) no Brasil.
APROVEITE O ESTADO DE ALERTA: Use a energia extra que antecede o casamento para os preparativos. Você está esperando a resposta de um novo emprego e não consegue ficar quieto? Aproveite para queimar umas calorias na academia. Preocupado com os efeitos de uma situação na família? Antecipe os problemas e converse com os envolvidos.
EVITE QUE ELA ATRAPALHE: Técnicas de relaxamento e respiração acalmam, pratique regularmente. E conte com os amigos. Além de ajudarem a dissipar a ansiedade, eles podem oferecer um ponto de vista diferente que pode ajudar a desviar os pensamentos negativos.

EM PÚBLICO
Antes de participar de um evento, apresentar um trabalho a um cliente ou falar para uma plateia, dominar o tema são medidas cruciais. Mas os cuidados não param aí. Também não adianta virar a noite: com sono, você pode ter aparência cansada e lapsos de memória.
APROVEITE O ESTADO DE ALERTA: Aprenda a transferir a excitação para uma boa entonação da voz e reforçar os gestos. “Artistas canalizam essa ansiedade na tensão do gesto ou da voz para criar um momento mais dramático”, argumenta Ana Maria.
EVITE QUE ELA ATRAPALHE: Carregue só o necessário e faça anotações para evitar confusões. Se você costuma suar muito, tome água e use uma roupa que esconda manchas que podem colocá-lo em situação embaraçosa.
Fonte: Galileu.

terça-feira, 15 de maio de 2012

A doçura do afeto

Pesquisa sugere que o uso de glicose e o contato pele a pele com a mãe pode atenuar sintomas de dor em recém-nascidos prematuros e bebês doentes.
Quem nunca ouviu dizer que água com açucar e colo de mãe acalmam os nervos? Praticadas de forma intuitiva, as dicas da vovó agora recebem comprovação científica. Para chegar a essa conclusão, a pediatra Aurimery Gomes Chermont submeteu 640 bebês recém nascidos a uma solução glicosada (água com açucar) e colocou as crianças em contato direto com a pele da mãe por dois minutos. antes e durante um evento doloroso. A estratégia não só reduziu os indicadores de dor – mímica facial, freqüência cardíaca e saturação de oxigenação – como também diminuiu o tempo de duração desses sintomas. Os resultados fazem parte da tese de doutorado da pediatra e foram publicados pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Os bebês foram divididos em quatro grupos: o primeiro recebeu glicose, o segundo foi colocado em contato direto com a pele da mãe e o terceiro recebeu as duas abordagens. Havia também um grupo controle.  A pesquisadora constatou que que a solução glicosada foi eficiente para a estabilização de parâmetros fisiológicos de dor e argumenta que o fenômeno ocorreu devido à liberação de opioides endógenos (substâncias “calmantes”, produzidas pelo próprio organismo), pela estimulação de receptores gustativos na cavidade oral.
O contato pele a pele também conseguiu diminuir a duração da resposta à dor e atenuar a experiência dolorosa. Ainda não há consenso sobre a origem desse efeito analgésico, mas acredita-se que derive de uma estimulação sensorial múltipla, na qual o toque, o cheiro da mãe e o fato de o bebê escutar os batimentos cardíacos maternos talvez bloqueiem a chegada do estímulo ao sistema nervoso central, por ativação de vias inibitórias descendentes do córtex cerebral, por meio de interconexões sinápticas na própria medula espinal. A associação da glicose com o contato pele a pele foi mais eficaz na redução da dor do que cada uma das medidas analgésicas isoladas, de acordo com três escalas validadas de dor, demonstrando a presença de um efeito aditivo das duas abordagens não-farmacológicas para o alívio da dor aguda no período neonatal.
Segundo a pesquisadora, os próximos passos de seu estudo devem avaliar a eficácia de soluções mais concentradas da glicose na redução da dor durante procedimentos dolorosos agudos rotineiros no atendimento neonatal. Outra linha de pesquisa deverá aprofundar a análise da associação da glicose com o contato pele a pele, a fim de formular diretrizes e indicações mais precisas para seu uso no atendimento dos recém-nascidos prematuros e criticamente doentes.

O poder da maquiagem

Um rosto feminino bem pintado pode tornar espécimes do “sexo forte” mais generosos, propensos a se deixar seduzir, e até mesmo alterar as capacidades cognitivas masculinas.
São poucas as mulheres que se arriscam a sair de casa sem pelo menos uma cor nos lábios – ou levar um batom na bolsa, para casos de “emergência”. Não por acaso, mesmo em tempos de crise, a indústria dos cosméticos continua próspera. Bases e corretivos para as olheiras, blush e gloss são usados todos os dias por milhões de consumidoras no mundo todo. E não há novidade nisso, trata-se de uma prática milenar. No fundo, prevalece a crença de que um rosto mais colorido é sinal de beleza e aparência saudável – e, em última instância, nos tornará aceitas e bem tratadas. O curioso é que essa percepção encontra respaldo científico. Já há alguns anos, pesquisadores têm se dedicado a entender como a ação dos cosméticos influi na percepção e no comportamento da maioria das pessoas, provocando a impressão de que mulheres maquiadas com discrição e sem exageros são mais competentes, seguras e emocionalmente estáveis.
E isso se deve, pelo menos em parte, aos cosméticos. Cremes e bases corretivas, por exemplo, deixam a pele mais lisa, aumentam sua firmeza e brilho e eliminam impurezas. Resultado: as pessoas parecem mais jovens e, principalmente, mais saudáveis. Durante uma experiência na Universidade de Aberdeen, na Escócia, vários rostos femininos foram fotografados e, posteriormente, algumas imagens, com diferentes tipos de pele, foram mostradas a um grupo de homens. Foi solicitado que indicassem as fotos que, em sua opinião, correspondiam a mulheres com pele mais sadia. Depois disso, veriam os rostos inteiros e poderiam avaliar se de fato eram bonitos.
A experiência revelou que peles consideradas mais saudáveis eram justamente das pessoas classificadas como mais atraentes. Também foi observado que, quando uma mulher usa base, é vista como mais bonita e em melhores condições de saúde. O pesquisador Robert Mulhern e seus colegas da Universidade de Buckinghamshire, na Grã-Bretanha, pediram a alguns homens que avaliassem a beleza do rosto de algumas mulheres, com idade entre 31 e 38 anos. Antes da sessão de fotos, todas foram submetidas a uma limpeza profunda da cútis. Para evitar distorções, as imagens mostravam apenas o rosto de cada voluntária, e o penteado era idêntico. De acordo com o caso, a maquiagem foi feita nos olhos, nos lábios, na pele, em todo o rosto ou optou-se por não aplicar absolutamente nada. Os homens e as mulheres que viam as fotos deveriam dizer o quanto a pessoa fotografada parecia atraente, usando para isso escalas de avaliação da beleza. Também lhes foi pedido que indicassem a foto que consideravam mais fascinante dentre as cinco de cada modelo. Como era de prever, as avaliações positivas foram feitas principalmente quando a pintura tinha sido aplicada simultaneamente nos lábios, olhos e pele. A maquiagem dos olhos tinha poder de atração mais forte, seguida da pele e dos lábios. Mas a impressão de beleza era maior se apenas uma área do rosto estivesse enfatizada.
Obviamente, o uso dos produtos cosméticos surgiu em uma época em que o ser humano já tinha parcialmente se distanciado do rastro evolucionista para agir segundo critérios culturais ou de livre escolha. Mas este rompimento na escala evolutiva da nossa espécie é ainda suficientemente próximo para nos deixar sempre sensíveis a esses indícios que outrora eram essenciais na busca de um parceiro: saúde, juventude, simetria no rosto e capacidade de inspirar confiança. Parece que os cosméticos, e particularmente a maquiagem, ainda são capazes de suscitar as sensações que no passado eram indispensáveis.
Fonte: Mente, cérebro.

Cientistas testam remédio que não deixa você ficar bêbado

Eles querem que você beba e não sinta nada. Absolutamente nada. Adeus, fala enrolada, declarações sinceras de amor e amizade, tropeços, euforia… Parece um pouco estraga prazer, mas o objetivo é nobre: ajudar na cura do alcoolismo.
A mágica está numa substância chamada iomazenil. Pesquisadores da Escola de Medicina de Yale acreditam que ela consiga cortar os efeitos do álcool no cérebro. Ou seja, aquela produção extra de serotonina (neurotransmissor responsável pelo controle do prazer, humor e ansiedade) que o álcool estimula não vai mais acontecer. Seria o fim dos porres inventados para afogar as mágoas ou para perder a timidez. Beber não faria nenhum efeito e perderia a graça. E, se não tem graça, as pessoas bebem menos. (Para entender direito como o álcool age no cérebro e no corpo todo, é só clicar aqui)
“Uma medicação que tem o potencial de bloquear as ações do álcool no sistema nervoso central poderia agir como um medicamento único no tratamento de intoxicação alcoólica e alcoolismo”, explica Deepak D’Souza (as aspas são do Daily Mail).
Os pesquisadores já comprovaram a eficácia do iomazenil com alguns testes. Mas ainda há mais por vir. Voluntários, entre 21 e 35 anos, irão tomar o medicamento antes de começar a bebedeira e, depois de algumas doses, participarão de testes em um simulador de direção. Se tudo correr como os cientistas esperam, os motoristas não devem mostrar problemas na coordenação motora.
Fonte: Superinteressante.

Cuidado com gente falsa!

terça-feira, 8 de maio de 2012

As coisas mais bizarras que já caíram do céu

Durante toda história da humanidade relatos curiosíssimos foram registrados por pessoas que viram e até experimentaram coisas que caíram do céu. Confira algumas:
Em 1876 um pedaço de carne de quase dez centímetros caiu dos céus da cidade de Olympian Springs, em Kentucky, nos Estados Unidos. De acordo com o Louisville Commercial, "Dois cavalheiros, que provaram a carne, expressaram a opinião de que era ou de carneiro ou carne de veado." Um cientista da Sociedade Micoscópica da Grã-Bretanha, teorizou que urubus haviam se alimentado de cavalos mortos, voado sobre a cidade e depois vomitaram os fragmentos.
Em junho de 1997, um homem que pescava ao longo da costa das Ilhas Malvinas bateu e ficou inconsciente por dois dias depois que uma lula congelada caiu em sua cabeça. Como a lula chegou lá, ninguém sabe.
Em 2008 um andarilho escocês tropeçou em uma pilha enorme de geléia de uma cor clara. Depois que ele contou seu relato na rádio BBC, vários outros ouvintes ligaram contando terem visto a mesma coisa e enviaram fotos da “geléia” encontrada em diversos pontos do país. Muitos especularam que pássaros teriam comido sapos ou rãs e regurgitado os ovários tóxicos. Cientistas do Instituto de Pesquisas do Uso da Terra de Macaulay, no Reino Unido, fizeram o teste de DNA com a substância e os exames foram inconclusivos.
Uma chuva de sapos, girinos e peixes, atormentou a prefeitura de Ishikawa, no Japão, em 2009. Para cientistas a hipótese é de que o fenômeno foi causado por fortes tornados de água que acontecem sazonalmente, que teriam sugado esses animais e os arremessado em terra depois de desfeitos.
Em janeiro deste ano um homem em Dosert, Inglaterra, encontrou cerca de vinte esferas azuis translúcidas e gelatinosas com aproximadamente três centímetros, espalhados em seu quintal. Cientistas da Universidade de Bournemouth especularam que as esferas seriam ovos de criaturas marinhas. Mais tarde descobriu-se que eram feitas de poliacrilato de sódio, substância usada em jardins e fraldas para absorver água.
Fonte: Galileu.