quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Usuários do Facebook têm uma semana para votar em mudanças na rede


O Facebook avisava que sua política de uso iria mudar, agora a empresa voltou atrás e está pedindo que seus usuários votem nas propostas para a rede.
Se você está por lá, pode votar a favor ou contra as seguintes propostas:

- O Facebook não consultará mais os usuários (como está fazendo agora) em futuras mudanças de políticas de uso. Em vez disso, irá permitir que você mande feedback e perguntas para Erin Egan, responsável pela privacidade de usuários no Facebook.

- O Facebook poderá compartilhar seus dados com suas empresas afiliadas - como o Instagram.

- O Facebook irá criar novos filtros para mensagens enviadas entre usuários

- O Facebook irá deixar claro quem vê o que em sua timeline

- O Facebook vai mudar a forma de se referir a certos produtos.

A votação começou no dia 3 de dezembro e dura até o dia 10 deste mês. Até agora, apenas 130 mil usuários participaram da votação - o número é pequeno, levando em consideração que a 'população' do Facebook é superior a 1 bilhão de pessoas.
Clique aqui para votar.
Fonte: Galileu.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Veja pessoas reais que se parecem com personagens de desenhos


Café te ajuda a ver o lado bom da vida



Sabe aquele papo de ver o copo meio cheio? Então, se você não tem visto as coisas assim ultimamente, a ciência dá uma dica: tome algumas xícaras de café. Isso pode te ajudar a ver o mundo de um jeito mais otimista. Ou pelo menos dar mais atenção às palavras mais positivas do que negativas.
Isso porque a cafeína aumenta a transmissão de dopamina, neurotransmissor que produz sensações de prazer e alegria. Esta substância estimula o lado esquerdo do cérebro, que controla a linguagem. E isso te deixa mais ágil e rápido na hora de distinguir palavras. Principalmente as boas, já que, segundo a ciência, temos uma tendência natural a reconhecer primeiro as expressões com significados positivos.
Para confirmar o poder da dopamina, o pesquisador Lars Kuchinke, da Universidade Ruhr, na Alemanha, convidou 66 voluntários para um teste. Todos tomaram uma pílula antes das provas. Mas, sem saber, metade ingeriu 200 miligramas de cafeína, enquanto outra parte tomou apenas uma dose de efeito placebo. Aí tiveram de ver uma porção de letras surgir numa tela de computador e dizer, rapidamente, se aquilo formava ou não uma palavra. O pessoal do café reconheceu muito mais as palavras positivas do que o grupo sem cafeína no corpo.
O segredo é mesmo a dopamina, estimulada pelo café. “A cafeína pode fortalecer as conexões entre as áreas onde as informações positivas e as respostas positivas são processadas, então essa informação fica disponível mais facilmente durante o processo de entendimento das palavras”, explica Kuchinke.
Bom, né? Vai um café pra encerrar o expediente?
Fonte: Superinteressante.

O velho e seu neto


Era uma vez um velho de idade muito avançada, quase cego e surdo, com os joelhos tremendo. Quando se sentava à mesa para comer, mal conseguia segurar a colher. Derramava a sopa na toalha e quando finalmente acertava a boca, deixava sempre cair um bocado pelos cantos.
O filho e a nora dele achavam que era uma porcaria e ficavam com nojo. Finalmente, acabaram fazendo o velho sentar-se num canto atrás do fogão. Levavam comida para ele numa tigela de barro e (o que era pior) nem lhe davam o bastante.
O velho olhava para a mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrimas.
Um dia, suas mãos tremeram tanto que ele deixou a tigela cair no chão e ela se quebrou. A mulher ralhou com ele, que não disse nada, só suspirou.
Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era ai que ele tinha que comer.
Um dia, quando estavam todos sentados na cozinha, o neto do velho, que era um menino de quatro anos, estava brincando com uns pedaços de pau.
- O que você está fazendo? – perguntou o pai.
O menino respondeu:
- Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer.
O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e caíram no choro. Depois disso, trouxeram o avô de volta a mesa. Desde então passaram a comer todos juntos e mesmo quando o velho derramava alguma coisa, ninguém dizia nada.
Fonte: Irmãos Grimm.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Pessoas desonestas se sentem mais inteligentes do que as outras ao trapacear

Com tantos casos de corrupção no Brasil, você já parou para pensar se nossos políticos se sentem pelo menos um pouquinho mal por desviar milhares – ou até milhões – de reais do dinheiro público que deveria ser revertido para a população? De acordo com um novo estudo, a resposta para essa questão é desagradável: ao invés de se sentirem mal, a maioria dos trapaceiros se sente bem por cometer fraudes.
Pesquisadores da Universidade de Washington (EUA), London Business School (Reino Unido), Universidade Harvard e Universidade da Pensilvânia (EUA) estão fazendo uma série de estudos para descobrir como os trapaceiros se sentem quando praticam atos irregulares. A maioria deles tem sentimentos positivos e se sente bem quando enganam pessoas. Bizarro, não?
A explicação é que quando uma pessoa desonesta consegue enganar outras para desviar dinheiro, por exemplo, ela se sente mais inteligente e esperta que as demais. Esse sentimento positivo é superior às emoções negativas decorrentes de um comportamento imoral.
Não é necessário desviar milhões para que os trapaceiros se sintam bem. Quantias mínimas de dinheiro já fazem com que a pessoa se sinta bem por ter enganado outra. Isso explica o porquê pessoas que já são muito ricas se envolvem em fraudes financeiras.
Os pesquisadores acreditam que as fraudes podem proporcionar não só benefícios financeiros, mas também grandes recompensas psicológicas que podem motivar as pessoas a se comportarem de forma antiética outras vezes.
Fonte: DailyMail.

10 maneiras de evitar brigar com alguém

Discutir, argumentar, “brigar”. Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).
Quer saber como conseguir isso? Siga as dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson:
1 – MEÇA SUAS EMOÇÕES
Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.
Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.
Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).
Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.
2 – TOME FÔLEGO
Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.
3 – VERIFIQUE SE AS COISAS SÃO REALMENTE TÃO RUINS QUANTO VOCÊ PENSA
Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.
Discussões familiares pioram com o tempo
4 – LEMBRE-SE DA SUA META
Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.
Discutir faz bem: ser passivo pode ser prejudicial à saúde
5 – ATENÇÃO À LINGUAGEM
Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.
No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.
6 – SEJA SUAVE
É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.
Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.
7 – OUÇA
Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.
As mulheres só querem que os homens tentem entendê-las
Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.
8 – SEJA POSITIVO
Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.
Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.
Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.
9 – PENSE NO FUTURO
Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.
10 – HÁ FORÇA NA FRAQUEZA
Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas).
Fonte: DailyMail.

Por que agimos de maneira tão estranha nos elevadores?


Quem mora ou trabalha em um prédio tem que entrar em elevadores todos os dias – a não ser que seja um atleta e goste de ir pelas escadas. Esse meio de locomoção é absolutamente comum nas cidades, mas parece que as pessoas nunca se sentem plenamente confortáveis em um elevador, seja por medo dele parar de funcionar ou por constrangimento pelas pessoas desconhecidas que estão no mesmo cubículo, a poucos centímetros de você.
Mas, afinal, por que agimos de maneira tão estranha nos elevadores? De acordo com a psicóloga Babette Renneberg, da Universidade Livre de Berlim (Alemanha), o problema é que não temos espaço suficiente dentro dele.
Falta de espaço
Normalmente, quando nos relacionamos com as pessoas, a distância para conversar é de pelo menos um braço de distância. Mas isso não é possível na maioria dos elevadores, em que desconhecidos ou colegas de trabalho ficam muito mais próximos do que o habitual.
Nessa situação, as pessoas normalmente começam a se movimentar como se estivessem dançando em uma quadrilha. Se a primeira pessoa está no centro do elevador e chega outra, ela muda de posição, e cada uma fica de um lado. Quando a terceira pessoa entra, as três, inconscientemente, formam um triângulo. Se há quatro pessoas, elas formam um quadrado. Cada um no seu canto. O quinto passageiro fica no único local que restou, no meio.
Um simples trajeto no elevador pode fazer com que 15 segundos se transformem em horas. Nesse espaço pequeno e fechado, as pessoas normalmente tentam não parecer ameaçadoras ou estranhas. Por isso, evitam contato visual, checando o celular ou olhando para o relógio.
No fundo, tudo isso revela que quase todas as pessoas são um pouco ansiosas. Ninguém gosta de ficar em um lugar fechado por muito tempo. Quanto antes sairmos do elevador, melhor.
Manias estranhas
O site de empregos CareerBuilder’s listou as manias estranhas mais comuns das pessoas no elevador. Você certamente já passou por algumas dessas situações:
• Falar ao celular;
• Se espremer para entrar em um elevador já lotado;
• Não segurar a porta quando outros estão correndo para alcançar o elevador;
• Não deixar outras pessoas entrarem quando ainda há espaço;
• Apertar mais de um botão errado, atrasando a subida ou descida;
• Ficar de costas para o elevador, enquanto todos estão olhando para a porta.
Você se sente constrangido quando está em um elevador?
Fonte: BBC.

Empregadores contratam pessoas com quem poderão fazer amizade

Está indo para uma entrevista de emprego? Seja amigável com seu futuro chefe. Uma nova pesquisa mostrou que os detalhes de um currículo podem não ser tão significativos quanto encantar o empregador com sua personalidade.
Pesquisadores sugerem que os chefes não querem apenas um empregado, mas também um amigo. Eles tendem a contratar pessoas com quem eles gostariam de passar tempo junto. Isso pode valer mais do que um candidato mais qualificado, mas que não tem nada a ver com ele.
Os empregadores procuram pessoas com habilidades para trabalhar com qualidade, é claro (ou seja, seu currículo ainda é importante). Mas, além disso, eles querem criar um vínculo com as pessoas que estarão à sua volta. Para um bom ambiente de trabalho, eles podem preferir pessoas que possam ser suas amigas – ou até parceiras românticas.
Os resultados do estudo, realizado por pesquisadores da Universidade Northwestern (EUA), foram baseados em 120 entrevistas com profissionais envolvidos na contratação para vagas em bancos, escritórios de advocacia e empresas de consultoria de gestão nos EUA.
Se você estivesse no lugar do entrevistador, contrataria uma pessoa com um bom currículo, mas que não fosse nada parecida com você, ou alguém simpático e amigável, mas com currículo regular?
Fonte: LiveScience.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Pessoas malvadas são mais atraentes?


Você já achou o vilão de um filme a pessoa mais atraente da história toda? Sempre se apaixonou pela pessoa que fazia confusão na escola e brigava com os professores? E quem nunca teve um amigo/a que gostava de alguém que tratava ele/a mal? Pois é, a ciência explica porque temos essa tendência de achar os malvados mais atraentes.
Quem não se lembra do vilão de Lost ?  O personagem Sawyer.
Na verdade, os malvados não são mais fisicamente atraentes do que os outros, eles só sabem fazer uma propaganda melhor de si mesmos. É isso o que um estudo da Universidade de St. Louis concluiu. Eles fotografaram pessoas com personalidades mais ‘bacanas’ e que outras classificadas como narcisistas, maquiavélicas e até psicopatas de moletom e sem nenhum ornamento – sem maquiagem, acessórios, nada. E depois deixaram essas pessoas livres para se vestir e se maquiar do jeito com que bem entendessem.
Fotos dos dois momentos dos dois grupos foram analisadas por voluntários e foi concluído que, ao se vestir do jeito que queriam, os malvados eram mais atraentes – o que nem sempre procedia quando os dois grupos estavam de moletom. Os cientistas acreditam que as pessoas ‘malvadas’ ficam com a auto-estima ainda maior ao se arrumar (em comparação com as pessoas boazinhas) e acabam sorrindo com mais confiança e se comportando de forma mais chamativa.
Outros estudos já mostraram que psicopatas podem ser extremamente carismáticos e que narcisitas deixam melhores primeiras impressões. Mesmo assim, cientistas afirmam que até mesmo a mais incrível primeira impressão é ofuscada com o tempo, quando o malvado mostra sua verdadeira cara. Então, apesar de desenvolvermos muitas paixonites pelos bad boys / bad girls, normalmente elas não duram muito tempo. Vale lembrar que os mocinhos mais sensuais seguem a linha do garoto mau no que diz respeito a aparência.

Fonte: PopSci.



Os 6 tipos de ex-namorados


Quem termina um namoro sempre acaba encarnando um desses personagens.
O fim de um namoro transforma as pessoas. Às vezes pro mal, às vezes pro bem, mas...convenhamos: pelo menos no começo não é raro que a gente se olhe no espelho e tome um susto. Ficamos paranóicos, ciumentos, desesperados, largados e mais um monte de outros adjetivos pouco lisonjeiros e, no final das contas, também inúteis, já que a vida segue e o mundo está cheio de coisas – e pessoas – interessantes pra conhecer.
Confira essa lista pra ver os 6 tipos de "personagens” mais comuns que aparecem logo após um pé na bunda. E entenda a melhor forma de fugir deles e voltar a ser você mesmo.

O Forçador de Barra

O namoro terminou ontem, mas o status dele no Facebook vem sendo atualizado com uma frequência anormal desde a última noite, em que ele fez questão de alardear para seus 654 amigos estava indo pra balada. Depois fez questão de postar como a festa tinha sido boa. E de como ele está bem sozinho - fato comprovado por fotos e mais fotos recheadas de amigos abraçados e sorrisos que não deixam dúvidas: nossa, meu Deus, essa pessoa está feliz.
Pois é. Como você – e a parcela mais inteligente dos 654 amigos dele – pode imaginar, essa pessoa provavelmente está acabada, sem ver graça na vida e encontrou nas redes sociais a maneira perfeita de esconder isso. Todo mundo parece mais feliz no Facebook, para o Forçador de Barra, basta parecer mais feliz que a ex.
Dica: aproveite as redes sociais para entrar em contato com possíveis novos romances. Em vez de se gabar de uma alegria que não existe, tente encontrar alternativas de torná-la real.

A Boca de Veneno


De repente, depois de 4 anos convivendo, trocando ideias, fazendo planos e dando risadas junto, o ex virou a pior pessoa do mundo. Você nunca gostou dele, ele nunca foi tão bom naquilo que você sempre elogiava, ele “tinha mais defeitos que qualidades e, quer saber? Era uma pessoa mesquinha, não sei como fiquei tanto tempo do lado desse imbecil”. Se o namoro ainda tivesse de pé, todas essas opiniões sequer viriam à tona, até porque a pessoa nem sempre acha isso mesmo. Apenas criou essa versão demonizada do ex para se sentir mais embasada de argumentos para não voltar atrás.
Dica: em vez de vasculhar por defeitos duvidosos, mergulhe nas qualidades do seu ex. Ter namorado uma pessoa gente fina é motivo de orgulho e, muito provavelmente, faz de você uma pessoa de bem também.

O Chorão


Junto com sua namorada, foi embora também a razão de existir. Não que tudo seja chato sem ela, é pior: parece que as coisas que ela gostava ganharam o dom da onipresença. O toque de celular dela está em todo lugar. A música que ela gosta toca não para de aparecer na sua timeline do Facebook, até o perfume que ela usava, veja só, parece que começou a ser usado por todo mundo que mora e trabalha perto de você.
Dica: esse personagem é o mais difícil de dar conselhos – até porque ele é o menos propenso a ouvi-los. De qualquer forma, aí vai: amigo, toma um banho, troca essa roupa mulambenta e vai pra rua. A vida é ótima e, só de você conseguir ler esse texto, já deveria estar comemorando. Como punição, toma essa pílula de auto-ajuda: depressão é raiva sem disposição.

O Detrator do Sexo Alheio


Também conhecido como A(O) Pseudo Potencial Homossexual Provisório, essa ex-namorada passa a difamar todos os representantes do sexo masculino assim que o namoro acaba. Evidente que é algo passageiro, ela voltará a se relacionar com homens em bem pouco tempo, mas enquanto isso ela fará questão de anunciar que “são todos uns babacas, ponto final.”
Dica: tem muito homem babaca, tem muita mulher babaca. Mas tenha uma certeza: a Humanidade é composta, basicamente, de pessoas boas. Não que você tenha que ficar paranoico atrás delas, isso só te deixará mais estressado, mas, uma vez que essa certeza está repousada confortavelmente no canto mais sereno da sua consciência, tudo fica mais fácil. Inclusive admirar o sexo oposto.

O Amigão da Galera


O sujeito não deu a cara por 2 anos e meio (duração exata de seu namoro) e agora quer recuperar o tempo perdido com a turma. É claro que todos os seus amigos acharam ruim o sumiço dele, mas ele parece não se importar: a principal característica desse personagem é o cinismo, que o faz acreditar que tudo sempre ocorreu da maneira mais natural possível e que ele nem se distanciou tanto assim.
Dica: se você já representou ou está representando esse personagem, troque o cinismo pela humildade e chegue devagarinho. Tenha consciência que há um ressentimento no ar e não fique falando da ex o tempo todo. Contar com os amigos vai ser bom não só pra retomar velhas amizades, mas também pra voltar a rotina de solteiro.

O Louco


Desprovido momentaneamente de raciocínio lógico, o Louco cria a sua própria ética e suas próprias leis que, segundo ele próprio e mais ninguém, fazem todo o sentido do mundo. A ex não respondeu o sms? Já está com outro. Visualizou sua mensagem no chat do Facebook e ignorou solenemente? O cara deve estar do lado dela. Essa linha de pensamento costuma terminar em ações atrapalhadas, assustadoras, ou que beiram a criminalidade. Cansado da morosidade das tentativas virtuais, ele parte para o ataque físico. O Louco é um personagem paranoico por definição e que, a não ser que seu objeto de desejo seja A Louca, jamais conseguirá rearranjar as coisas para que um retorno com ela aconteça.
Dica: O Louco não perderia tempo lendo uma matéria sobre término de namoro, até porque ele está dando F5 constantemente em todas suas redes sociais pra averiguar as manifestações de sua amada. De qualquer forma, se você conhece um deles, tente apresentar uma amiga pro cara, vai. Não custa nada.
Fonte: Galileu.